E o inferno astral parece que passou. Fiquei cinco dias gripada. MUITO GRIPADA. Sem parar de trabalhar, me arrastei pelas vielas de Porto Alegre e pedi (PEDI MUITO) para que tudo acabasse. O último resquício desta renovação ainda aconteceu no meu jantar de aniversário. Restaurante novo, cardápio recém-descoberto. Eis que procuro o prato da casa. Certamente, em 90% dos casos estes são os mais elaborados e requintados. Afinal, é o nome do restaurante que está em jogo. Não foi o caso. Atingida pelos 10%, restou consumir um prato assustador. Pela quantidade de comida e pela combinação. Não recomendo. Bem-vinda, nova idade.
março 31, 2005
março 27, 2005
março 26, 2005
Sumi do blog. Tanto tempo que até esqueci a senha. Fiquei doente. Tão doente que até agora estou dopada. Vou voltar. A velha promessa. Mas o que fazer? Estão ameaçando cancelar minha conta gratuita de comentários. "Mais de 40 dias sem receber comentários sinaliza que seu blog está inativo." Obrigada, senhor. Segunda-feira é meu aniversário. 28 no dia 28. Beijos e até!
Postado por Lu às 5:28 PM 0 quilo(s)
janeiro 17, 2005
Maior perigo de todos os tempos:
Estar com o pé enfaixado; pulando da sala para a cozinha, para a sala, para o quarto; ter crise de faxina e limpar toda a casa; jantar no sofá mudando de canal e acabar vendo Velozes e Furiosos; ficar pensando; ficar deprimida; pensar tanta bobagem que vocês nunca saberão um milésimo sequer delas - não vou deixar; ficar mais quietinha ainda; desistir da tevê; pensar como as pessoas são fdp; mas como existem algumas muito bacanas; achar que o tempo está acabando; não saber o que fará depois que realmente acabar; ficar com medo; apagar as luzes do apê; fechar os olhos bem devagar; prometer que não iria chorar; e quando estivesse pronta para embarcar...
Ouvir o MSN. Alguém me chamando. Voltar para a terra e aceitar: crise de TPM é realmente assustador.
Postado por Lu às 9:52 PM 0 quilo(s)
janeiro 13, 2005
Aula de yoga.
Segunda-feira.
Calor, muito calor.
Saudação ao sol.
Cinco séries - disse a nossa professora.
Ai, ai - eu pensava.
Daí subia, descia, subia de novo, e descia.
Quase terminando - eu sonhava.
E o calor. Meu Deus, o calor.
Puxei a perna.
Ôpa, quase caí - exclamei me equilibrando.
Ué, que dor no meu dedinho - refleti, bem quietinha.
E aquela dorzinha continuou.
Na segunda à noite, nada.
Na terça pela manhã, o dedo estava vermelho.
Cor de cereja.
À noite, quase não dormi.
Na quarta pela manhã, o dedinho estava roxo.
Dor, dor, dor.
Será, hein?
Trabalhei com dor a tarde toda.
Está inchado isto - exclamou o médico.
Vai para o Raio-X - ordenou o assistente.
É isto. Quebrado - sentenciaram.
Saí de lá. Com o pé enfaixado.
10 dias com a espica.
Ainda não sei o que é isto.
E remédios.
Sem yoga.
E que calor.
Meu pé parece que vai pegar fogo com este curativo.
Postado por Lu às 5:57 PM 0 quilo(s)
janeiro 12, 2005
Para os amigos escritores...
TERCEIRA EDIÇÃO DO PRÊMIO CASA DE CULTURA MARIO QUINTANA
No mês de janeiro, a Casa de Cultura Mario Quintana faz o lançamento oficial do 3º Prêmio Casa de Cultura Mario Quintana / Edição 2005. Este concurso de abrangência nacional, cuja primeira edição ocorreu em 2003, vai premiar obra inédita em uma modalidade literária. Em 2005, a categoria escolhida é LITERATURA JUVENIL (literatura produzida PARA jovens).
O concurso é aberto a qualquer escritor brasileiro, residente ou não no Brasil. Cada autor deve enviar originais em prosa com no máximo 200 (duzentas) páginas.
O prêmio concedido ao vencedor será um contrato de edição da obra com 1.000 (mil) exemplares, prêmio de R$ 3 mil (três mil reais) concedido pelo Banrisul e lançamento na 51ª Feira do Livro de Porto Alegre. A edição do livro será feita pela Nova Prova Editora, que novamente entra como parceira neste projeto, e as inscrições podem ser feitas até 30 de abril de 2005. A previsão é de que o resultado do prêmio seja divulgado no mês de julho de 2005.
Os originais devem ser encaminhados à Casa de Cultura Mario Quintana em três vias, com um pseudônimo do autor. A obra vencedora será escolhida por três membros ligados à área da literatura, indicados pela direção da CCMQ e da Nova Prova Editora.
O regulamento completo do concurso está publicado no site da Casa de Cultura, no endereço www.ccmq.rs.gov.br. Interessados podem obter outras informações pelos fones (51) 3221-7147 ou 3221-7083.
Em sua próxima edição, o Prêmio Casa de Cultura Mario Quintana premiará obras de poesia (em 2006 / Ano do Centenário do poeta Mario Quintana). Em 2004, o concurso contemplou a categoria conto e recebeu 226 originais, vindos de 15 Estados do Brasil e Uruguai. O vencedor foi o carioca João Paulo Vaz, com a obra A Mão do Chefe. Em 2003, o concurso foi na categoria romance e recebeu 103 originais, vindos de 12 Estados brasileiros. Os vencedores foram o mineiro Edmundo de Novaes Gomes, autor da obra Falar, e o pernambucano Walter Moreira Santos, autor de Um Certo Rumor de Asas.
Postado por Lu às 5:08 PM 0 quilo(s)
janeiro 01, 2005
Vamos eleger 2005 o ano das primeiras coisas. Ou da volta às antigas. Brinque bastante. Sorria. Solte várias gargalhadas. Role na grama. Levante as pernas para o ar. Sorria mais um pouco. Dance na lama. Espere as ondas do mar atingí-lo. Escale as montanhas. Ria muito mais. Beije seus pais. Diga que os ama. Curta seus irmãos. Abrace forte os amigos. A vida está aí.
Feliz Ano Novo! Maravilhoso 2005!
Postado por Lu às 4:13 PM 0 quilo(s)
dezembro 29, 2004
No mundo moderno, as pessoas maximizam todas as coisas. No mundo atual, um simples desvio de olhar pode representar um tapa na cara. Um simples desvio do olhar / igual / tapa na cara. Parece fácil dizer e desdizer. Até mentir ficou natural para todos. Hey! Eu odeio mentiras! Mas fácil, fácil mesmo, é ligar para os bombeiros. E lá vem o escândalo: vizinhos se amontoavam na entrada do estacionamento do prédio. Eu e Mr. Flag quase fomos linchados por tentar passar. "Com licença, com licença"... ia dizendo o Palio. Vizinhos apontavam para a janela. Eu olhava e não enxergava nada. Mr. Flag nem ligou. E até mesmo brincou comigo quando eu avisei que estava ouvindo sirenes: "Tá pensando o quê? Que agora um caminhão vai subir na contramão? Da Silva Jardim?" Eis amigos, que olho pela janela, e avisto um caminhão dos bombeiros, com milhares de sirenes desesperadamente gritantes e cinco homens absolutamente parametados, subindo a Silva Jardim... Na contramão. Pararam na frente do meu prédio. Desceram com pose de heróis. Os vizinhos quase batendo palmas. Apontaram para a janela. Eu pensei: "Estou salva, mas nem sei do quê". Eles subiram pelas escadas. E milagrosamente, um minuto depois, desceram todos. Pela cara do bombeiro vi que a coisa estava feia. Sim, para a vizinha que os chamou. Pelo movimento dos lábios, pude entender duas palavras: Jimo gás. Realmente: chamar os bombeiros para salvar baratas é o fim da picada.
Postado por Lu às 11:13 PM 0 quilo(s)
dezembro 28, 2004
A coisa toda funciona assim: ainda não é ano novo. Mas praticamente, reformulei minha vida toda. Uma atitude prática e eficiente por dois motivos. 1) o ano novo está aí. Será interessante entrar 2005 com um pé diferente. Um deles pelo menos. 2) Faremos (eu e Mr. Flag) mudanças substanciais em nossa vida. Algumas nuvens se aproximam. E, como sempre estive mais para formiga do que para cigarra, comecei as reestruturações antes que as primeiras gotas alcancem o topo da minha cabeça. Comecei pelo armário. Isto, amigos. Aquelas prateleiras que todo mundo olhava e falava: Nossa! Mas pensava: Que bagunça! Ataquei!!!! Ataquei! Sem dó nem piedade. Foram mais de seis horas selecionando e rasgando papéis. Lendo e triturando folhas. Olhando e aniquilando com tudo. Certo, arquivei algumas coisas. 10% da bagunça. Fui eleita a colecionadora oficial de papéis inúteis da minha casa. A competição incluía somente eu e Mr. Flag. Mas vale ressaltar que também ganhei no quesito faxina mais rápida e responsável. Bem, as coisas irão mudar. Tenho uma pilha de livros para ler. E tenho outras três pilhas para estudar. Me inscrevi em dois concursos que estão caindo de maduro. Entrei de cabeça. A novidade triste é que o blog deverá ser relegado a um quarto plano. Levem em consideração que, além dos estudos, voltarei a ter um segundo emprego. É, mais uma vez a formiguinha se manifestando. A novidade boa é que muitas leituras sempre provocam reações animadoras em mim. Viro uma espécie de escritora compulsiva. Se não conseguir, peço para alguém atualizar o blog a partir dos meus rascunhos ilegíveis. Volto com a mensagem de fim de ano. Assim espero.
Postado por Lu às 11:07 PM 0 quilo(s)
dezembro 24, 2004
Das coisas mais simples é que podemos ver o verdadeiro sentimento das pessoas. Hoje trabalhei no período da manhã na Casa de Cultura. Atucanada, como sempre, tentava fazer o máximo possível de coisas, para amenizar o longo tempo de afastamento. Volto a trabalhar somente na terça-feira. Eis que surgiu na porta da minha sala o Seu Vitor. Ele é um senhor humilde, e é responsável por toda a manutenção da CCMQ, de elétrica a hidráulica, do céu aos subterrâneos. Ele me disse: quero te entregar uma lembrança de Natal. Peguei o envelope e lhe dei um abraço. Ao abrir, me deparei com um cartão, com mensagens de fim de ano. E a frase:
"Por você passar por mim todos os dias e me cumprimentar. Vitor."
Vocês não imaginam como eu fiquei emocionada.
Então, é assim, com todo este carinho, humildade e sentimento verdadeiro, que quero desejar a todos, um ótimo Natal e um 2005 incrível. Como todos nós, pessoas de bem, merecemos.
Um grande beijo!
Postado por Lu às 11:39 AM 0 quilo(s)
dezembro 12, 2004
Voltei. Empolgada com minha viagem, com a participação no seminário e com os contatos que fiz pelos arredores da Av. Paulista. Tenho várias novidades. Mas não vou contar nada. O trabalho está muito atrasado. Tenho textos para produzir e um artigo sobre o seminário para finalizar. Nestas horas, preciso concordar com o Elio. Faz falta um laptop. Cheguei ontem. Acordei às 5h da manhã, para pegar o vôo das 6h43min e chegar em Porto Alegre às 8h15min. Loucura? Não tive escolha. Precisava comparecer ao meu plantão na CCMQ. O resultado foi que, exatamente às 19h31min, virei a bela adormecida. E nem mesmo meu príncipe encantado foi capaz de me tirar do leito real. Amanhã termino de organizar as anotações, e conto os detalhes da jornada.
Postado por Lu às 11:09 PM 0 quilo(s)
dezembro 06, 2004
Abri a janela para pegar um ventinho. Minha vontade de trabalhar deu um pulo e saiu voando. Deve estar em Cassino a esta hora, na cadeira de praia ao lado da minha inspiração. É a greve do cérebro. E ele, antes de cuidar disto, terá de resolver alguns problemas e problemões. Êta semana que começou bem...
Enquanto isto, me deleitei com as atividades braçais. Arrumei o apê, lavei minha roupa, lavei a louça, guardei as roupas e fiz listas para a minha viagem. Nos intervalos, separei o que vou levar para São Paulo. A convite do Itaú Cultural, vou assistir o Seminário Internacional Rumos Jornalismo Cultural. A atividade vai acontecer de 08 a 10 de dezembro. Volto para o Pampa no dia 11 de dezembro. A programação empolga qualquer um que trabalhe com cultura e pode ser consultada no site do Itaú Cultural (www.itaucultural.org.br).
Provavelmente, não terei conexão à Internet neste período. E amanhã estarei enlouquecida de trabalhar para terminar tudo o que está pendente (condição para ficar longe da CCMQ por todos estes dias). Então, até a volta.
Postado por Lu às 5:33 PM 0 quilo(s)
dezembro 02, 2004
Uma pergunta: alguém vai estar em São Paulo na semana que vem? Me avisem. Vou estar por lá, de quarta a sexta-feira... Uma felicidade só! De verdade!
Postado por Lu às 11:51 PM 0 quilo(s)
novembro 30, 2004
O fim da minha segunda-feira foi de tragédia e comédia. Primeiro: tudo bem, joinha... Assisti lotes de MTV. Descansei. Mas assim que saí da casa dos meus pais, as coisas começaram a acontecer. Passei por um super assalto no Banrisul (da Assis Brasil). Vi uma SAMU socorrer um pobre velhinho (no edifício da Déia). Não consegui lugar para estacionar meu carro (na Bordini) e fiquei 50 minutos esperando (só esperando) a oftalmologista me atender.
Tudo bem, tudo bem. Relaxa. Inspiração. Suspiro... ahhhhhhhhhhh...
A médica me atendeu. Fiz os exames. "Melhor esta, ou esta?" "A anterior". "Melhor esta, ou esta outra?" "Esta". Dez minutos depois e duas brincadeiras de mal gosto da médica, eu estava pronta. Para o quê? Ora, dilatar a pupila.
É neste trecho que iniciamos o "Momento Crianças não façam isto em Casa". A doutora perguntou:
- Posso dilatar sua pupila?
- Pode...
- Está de carro?
- Estou.
- Alguém pode vir te buscar?
- Ahã... ahã... Sim!!!!
- Tem certeza?
- Claaaaaaaro!
Claro que não! O Elio estava ocupadérrimo. Não quis incomodar o pai e a mãe. Estou crescida, pôxa. Então, fiquei uma hora e dez minutos dilatando a pupila. Depois de milhões de luzes irritantes contra os meus olhos, eu estava livre. Fui para casa. Quer dizer, tentei. Só para ter uma idéia: não enxerguei o botão do elevador, para apertar TÉRREO. Segui o instinto. E assim foi para localizar meu carro no estacionamento, dirigir até em casa e conseguir colocar a chave na fechadura do apê.
Uma emoção só. Às onze da noite, eu ainda parecia o Sr. Burns, naquele episódio dos Simpsons em que o Homer o confunde com um E.T. da floresta. Claro, sem a aura radiotiva. Mas a doideira estava lá. Com certeza...
Postado por Lu às 10:08 PM 0 quilo(s)
novembro 29, 2004
Sempre tive pavor de segundas-feiras. Sentimento precedido, é claro, pela angústia do domingo à noite. Agora, tudo isto faz parte do passado. Algumas pessoas torcem o nariz. Mas a verdade deve ser dita: não trabalho mais às segundas-feiras. Folga é o meu nome do meio nestes dias. Um verdadeiro luxo.
Confesso que isto não foi uma escolha minha. Trabalho nos fins de semana. No entanto, admito que a troca vale a pena. Por exemplo...
Hoje: acordei às 10h. Tomei um banho demorado. Xampu, condicionador, sabonete mais perfumado do mundo. Depois, sessão completa de hidratante, creme no rosto e perfume... Me arrumei, liguei o som e tomei café da manhã, às 11h. Enganei um pouco, arrumei a cama, fiz a lista dos presentes de Natal que precisarei comprar. Dancei um pouco na frente do espelho. Liguei para a mãe: ?Quer uma visita?? Almocei com os meus pais. Fui comprar um pedal para a bateria do Mano. No meio da tarde vou consultar minha oftalmologista. Às 19h30min, farei minha aula de yoga. Às 20h30min, encontrarei o Elio no buteco da Quintino. Ah.... Que dia.
Com licença, vou assistir um pouco de MTV. Meu tema da oficina está feito. Tenho uma hora completa para relaxar.
Postado por Lu às 3:27 PM 0 quilo(s)
novembro 22, 2004
Estou sofrendo da pior crise-criativa dos últimos anos. Começando pelo blog. 50kg. Repleto de teias e sujeira por todos os cantos. Terminando pelo meu tema de casa. Estou bloqueada. Paralisada. Congelada. E tudo mais ADA que existe. Na realidade, o tema é simples. A prosposta é um pouco complexa, mas nada que assuste. O problema, com super P mesmo, é que neste serei exposta. Definitivamente. Todos lerão. Até eu. O que pode consistir no meu primeiro verdadeiro fiasco público textual. Por isto, simplesmente, não tenho idéias. Isto. Aquelas coisinhas essenciais para a vida de qualquer ser. O que vamos comer? Vou no yoga hoje? Que filme vamos alugar? Levo os crisântemos para casa? Ou as margaridas? A Isabela, minha personagem, está em coma. E eu sequer sei qual desses botões liga o aparelho de respiração artificial.
"Desista, minha filha. Tente investir no ramo de pastéis".
Volto quando resolver o enigma.
Postado por Lu às 10:46 PM 0 quilo(s)
novembro 20, 2004
Bagasexta lotada = ótemo
Dormir até meio-dia = maravilhoso
Almoçar bem = hummm....
Trabalhar no sábado à tarde = êpa!
Lavar quilos e quilos de roupa = hiii...
Limpar a casa = ai, ai, ai
Ter que agüentar três jogos de futebol simultâneos (na TV, no rádio e walkman)...
Vida de casada não tem preço. Para todo o resto, você sabe o quê.
Postado por Lu às 7:38 PM 0 quilo(s)
novembro 14, 2004
Nesta semana, conversei com a Elen. Uma das minhas grandes amigas da época da Gazeta Mercantil RS. Foi um papo breve. Dez minutos. Por telefone. Tempo suficiente para que eu fizesse "N" constatações.
A primeira delas (e principal) é de que a Elen não é mais gaúcha. Talvez nunca tenha sido realmente. Morando em SP desde 1999, ela incorporou os hábitos e sotaques paulistas. Perdi a conta de quantas vezes, neste único telefonema, a ouvi dizer "Porra, meu!" Uma coisa inacreditável. Ela é paulista.
A segunda constatação é de que, em comum, conhecemos muita gente. E que a maioria do pessoal nunca mais se encontrou ou trocou e-mails.
- E o Thiago?
- Ele está na ZH.
- E o Pedro? Quem é este tal de Pedro?
- Aquele baixinho, que era da Economia. Também está na ZH.
- E a Moglia?
- Estava em São Paulo. Acho que voltou.
- E a Isabel? E o Rodrigo?
- Estão na ZH.
- E o Gallas?
- Saiu do Terra. Está estudando.
- E o Paulo Rosa?
- Nunca mais ouvi falar.
- E a Adriana?
- Voltou de Londres e está no Correio.
- E o Fernando?
- Saiu no caderno Donna dia desses.
- E a Tica?
- Está em Bruxelas.
- E o Adriano?
- Estava na Assembléia Legislativa. Agora está no Correio.
- E o Daniel?
- Está dando aulas na Unisinos.
- E a Piti faleceu, né?
- Pois é...
Meu Deus. Como o tempo passa.
Postado por Lu às 1:31 PM 0 quilo(s)
novembro 08, 2004
Aquele que não sabe, desconhecendo a essência, vagueia nas escrituras procurando a liberação, assim como o pastor distraído que procura no riacho o cordeiro que está sob seu braço.
Amanaska Yoga, II:20
Postado por Lu às 7:10 PM 0 quilo(s)
outubro 26, 2004
Outubro está passando como um raio pela minha vida. Os feriados (falsos por sinal) não adiantam. Estou incrementando os momentos de meditação e indo mais longe nos ásanas. Uma nova pessoa. E novos textos saindo do forno toda a semana. Viu? Estou distante, mas estou trabalhando.
Ok. A 50ª Feira do Livro de Porto Alegre está se aproximando. Como o bolso anda apertado, a saída será aproveitar (na medida do possível e se os horários loucos da programação permitirem) os eventos. Já tenho uma pré-lista:
- A partir do dia 30 de outubro: Novas edições do Jogo de Idéias, do Itaú Cultural, no Teatro Carlos Carvalho da CCMQ
- Dia 09 de novembro: Diogo Mainardi em evento no Teatro Bruno Kiefer da CCMQ. Promoção da Copesul.
- Dia 12 de novembro: Sessão de autógrafos de A Mão do Chefe, obra vencedora do 2º Prêmio Casa de Cultura Mario Quintana. Este livro de contos é do carioca João Paulo Vaz.
Por enquanto é isto. Muita coisa da feira vai acontecer na Casa. Precisarei vencer somente alguns lances de escada. Este é o lance.
Postado por Lu às 12:43 AM 0 quilo(s)

