fevereiro 06, 2011

A primeira vez que tentei sonhar um sonho desejado, falhei. Descobri, depois de alguma insônia e de muito mau sono, que isso não é algo simples ou compulsório. Não recebemos nossos sonhos como troféu da existência diária, embora muitas vezes eles sejam nosso escape perfeito para ela. Confusão, agitação, receio, fuga, curiosidade, escuro, claro. Mais enigmático ainda quando dizem ou avisam sobre sinais ou acontecimentos que nunca suspeitamos possíveis. Dá um pouco de medo, mas ao mesmo tempo é tão bom que é irresistível continuar deitada com a cabeça acomodada no travesseiro. Só mais um minuto, é domingo. Só mais um minuto...

3 comentários:

Ministério disse...

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Obrigado,
Ministério da Saúde

Um brasileiro disse...

oi.

Anônimo disse...


Prezados Senhores(as),

Solicito; com toda educação, o envio de um e-mail específico ao qual eu possa entrar em contato alguns meses a frente.

Obrigado pela atenção dispensada à esta mensagem.

Fernando Tavares
ww.tavarestraducoes.com.br

cadmet@bol.com.br