janeiro 13, 2005

Aula de yoga.

Segunda-feira.

Calor, muito calor.

Saudação ao sol.

Cinco séries - disse a nossa professora.

Ai, ai - eu pensava.

Daí subia, descia, subia de novo, e descia.

Quase terminando - eu sonhava.

E o calor. Meu Deus, o calor.

Puxei a perna.

Ôpa, quase caí - exclamei me equilibrando.

Ué, que dor no meu dedinho - refleti, bem quietinha.

E aquela dorzinha continuou.

Na segunda à noite, nada.

Na terça pela manhã, o dedo estava vermelho.

Cor de cereja.

À noite, quase não dormi.

Na quarta pela manhã, o dedinho estava roxo.

Dor, dor, dor.

Será, hein?

Trabalhei com dor a tarde toda.

Está inchado isto - exclamou o médico.

Vai para o Raio-X - ordenou o assistente.

É isto. Quebrado - sentenciaram.

Saí de lá. Com o pé enfaixado.

10 dias com a espica.

Ainda não sei o que é isto.

E remédios.

Sem yoga.

E que calor.

Meu pé parece que vai pegar fogo com este curativo.

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