março 09, 2010

Acho que não será de susto. Ou como um soco. Ou um choque. Porque nunca foi assim. Mas confesso que a volta será gradual. Acho que esqueci deste espaço. Encontrei, casualmente, as chaves no meu bolso. Ignorei a fechadura, e resolvi tocar a campainha. Ding-dong. Alguns de vocês atenderam. O que me fez avaliar, ainda mais, a possibilidade de voltar e trazer minhas flores e cinzas, meus livros e meus quadros. As malas estão prontas. E, mesmo com o tempo fechado, a instabilidade e a insegurança que tem contaminado meus passos, eu estou voltando.

4 comentários:

Mari Thomé disse...

\o/

andreia disse...

yay! :-D

Fabio Fernandes disse...

comigo acontece o mesmo. Por vários motivos - uma pane recente lá no meu condomínio (que se repetiu ontem e ameaça se repetir em breve) está noa fazendo backupear tudo... e repensar nossa delicada condição. Eu pelo menos repenso a minha. muito o que fazer, muito o que pensar, muito (demasiado) o que sentir. é a vida.

Lu Thomé disse...

É a vida!

Fábio! Vi tua DM. Vou te mandar um e-mail com carinho para contar todas as novidades (antigas e novas).
Saudades!

Beijos!