março 17, 2010

Em alguns períodos, a gente escuta mais do que fala. Lê mais do que escreve. Em outros, simplesmente vive. Sem conversas, sem livros. Com um pouco de música para não perder completamente o rumo. Come para viver, dorme para viver e respira porque é inerente, e não porque gosta. Estranho... Eu vivi intensamente os últimos dois meses. Mas, no fim das contas, sinto como se a minha viagem no trem bala ocorresse bem, mas numa cabine sem janelas. E a falta que eu sinto da paisagem. Talvez não seja culpa da realidade. Mas dos meus olhos que se acostumaram a enxergar o horizonte. Longe... De fato, tenho o serrote em mãos. E vou começar a abrir essa parede agora mesmo.

3 comentários:

Lu Thomé disse...

Oi! Aqui, eu mesma, testando o campo de comentários. Tenho recebido muito SPAM pelo blogger. A solução foi colocar essas letrinhas chatas ali embaixo. Sorry, antecipadamente.

andreia disse...

o bom filho à casa torna. e quando o 'filho' é luciana, volta em grande estilo! lindo texto. li como se fosse presente de aniversário :-P
beijos, beijos!

Patrícia Viale disse...

fez bem à alma cansada de tanta rotina...