agosto 29, 2007

eles se escondem pelos botecos
entre os cortiços
e pra esquecerem contam bravatas
velhas histórias
e então são tragos, muitos estragos
por toda a noite
olhos abertos, o longe é perto
o que vale é o sonho

sopram ventos desgarrados, carregados de saudades
viram copos, viram mundos, mas o que foi nunca mais será


Linda essa tua música, Napp.

6 comentários:

andreia disse...

eu amo esta musica... e nao sabia que era do sergio napp... santa ignorancia.
bjos.

Lu Thomé disse...

Déia,

Olhos abertos
O longe é perto
O que vale é o sonho...


Não briga com os teus hormônios...

Beijos!!!!

sergionapp disse...

Lurdes, nunca teu blog esteve tão poético ao apresentar um texto primoroso...

João disse...

aham!

Marcelo Dezonne disse...

Lu,
quando recebia visita de primos de Rio e SP, colocava eles sentadinhos pra solenemente ouvir esta música, como sendo uma das melhores coisas que tínhamos para mostrar do "nosso" Rio Grande. E ela é tão boa, que vale para muitos outros rincões da América Latina. "Canta tua aldeia, que cantarás ao Mundo..."

Lu Thomé disse...

Napp: poesia pura...

João: sim, sim...

Marcelo: acho linda também...

Beijos!