fevereiro 26, 2007

Estou sem carro (isso é uma coisa ruim-boa, porque ele estava batido e eu precisava arrumar). Estou quase sem trabalho (isso é uma coisa boa-boa, porque dei conta de tudo o que tinha, é isso que quer dizer "sem trabalho". Não sem trabalho). Tinha louça na pia e eu lavei. Terminei o Extremamente alto & Incrivelmente perto e chorei (porque é lindo e porque vou sentir saudades do Oskar, o meu já preferido narrador de todos os tempos). Descansei. Comi bolachas de chocolate. De duas em duas horas verifiquei se o pote de cinco litros (o novo inquilino do meu refrigerador) estava bem. Tortura de 24 horas até largá-lo (ou uma parte de mim também) amanhã no laboratório. Comecei a ler um novo livro (na verdade velho, um que eu larguei antes de começar o do Foer e me apaixonar). O cara do interfone fez uma cara de surpresa quando tocou a campainha e eu abri a porta (finalmente alguém estava em casa para ele pode trocar os fios e arrumar o aparelho). Nessa hora, vai me dando uma preguiça. Aí eu coloco meus chinelos e vou até a locadora, tirar algum DVD (que eu não tenha visto. Reprise de filme só de graça na tevê). Essa é a minha nova-velha-novíssima vida. Ai. Socorro!!!

3 comentários:

Lu Thomé disse...

Juro que essa eu não entendi... Tentei instalar o Haloscan, deu errado. Mudei novamente o código, e os comentários apareceram aqui... Um milagre??? Tá bem...

andreia disse...

1, 2, testando... 1, 2, testando...
funcionou?!?!?

Lu Thomé disse...

hehehehehe... Funcionou, Déia. Me sinto novamente conectada ao mundo... HAHAHAHAHAHA!!!