fevereiro 09, 2008

Nesse sentido, acho que demorei a crescer. Levei anos para admitir que não era uma unanimidade. E nunca seria. Lembro nitidamente: doeu a primeira vez que me dei conta de que alguém me olhava com desdém. Mas, também, foi o dia em que me dei conta de que uma mudança era emergencial. Não serei querida por todos. Ou admirada pelo mundo inteiro. Não serei cem por cento popular. Ou amada incondicionalmente por todo o ser vivo do planeta. Tem gente que me odeia. Por eu ter feito algo, por existir ou por não ter feito absolutamente nada. Tem gente que não gosta profundamente de mim. E que não tenta sequer esconder. Parece outdoor na testa. Tem pessoas que me odeiam mesmo com os esforços que faço para que gostem de mim... Sim, com algumas pessoas eu tento. Mas o ser humano é difícil... Complicado. Sem jeito. Sem solução. Às vezes, acho que, quanto mais fazemos pelas pessoas, menos reconhecimento se arrecada. Porque para o outro fica fácil aceitar a doação voluntária e ainda reclamar que veio pouco... Esse mundo. Portanto, acho que dou um passo a mais no meu desenvolvimento humano. Vou parar de gastar meu tempo com as pessoas que eu não tenho certeza que me amam. É isso. Economia de sentimentos. Pessoas que gostam de mim, me liguem... Minha fortuna é de vocês. Precisamos pensar na agenda para o fim de semana.

4 comentários:

Mari Thomé disse...

Quero ser querida por ti, quero tua atenção e teus zelos!
Quero tudo de ti, sem pedir nada em troca...
Ou talvez.
Um beijinho, só!

Que acha?

Lu Thomé disse...

Um beijinho!!! Combinado, Maricota! hehehehehehehe

Beijos!

Moni Thomé disse...

Fim de semana...

Tô com saudades de todo mundo reunido...

Beijos...

Lu Thomé disse...

hehehehehehehehe... Sim!