junho 11, 2008

Levantei o rosto para enxergar o relógio. 6:24. Me aninhei novamente. De olhos fechados e cabeça alerta, veio a pergunta, piscando como os números digitais vermelhos: "Que dia é hoje?" "Que dia é hoje?" "Que dia é hoje?" Pensei...

Acho que não é domingo. Tem muito barulho na rua, e ainda ouço os pássaros. Lembro que o domingo é o único dia que eles tiram folga na Silva Jardim. Hoje é terça? Terça-feira é, usualmente, o meu bad day. Não pode ser terça. Eu não estou com dor de cabeça, nem com dor de dente e nem com vontade de chorar... Então hoje é quinta... Putz! Tem aula e eu não terminei o conto para apresentar no seminário de literatura. E pior ainda: tem dentista. Ou minha consulta ficou para sexta-feira? Acho que sim. Sexta, 8 da matina. Marquei minha terceira sessão de tratamento de canal para sexta-feira de madrugada. Bah! Mas afinal, se hoje é sábado, porque eu tentei acordar às seis e meia da manhã? ...

Dormi de novo. E acordei às 8h, sabendo que era quarta-feira. Mas desconhecendo que apartamento de paredes verdes era aquele.

5 comentários:

Mano...! disse...

Isso me acontecia direto!
Sabe do que eu costumava chamar?

RESSACAAAAA!!!

Hehehehehe!!!

Lu Thomé disse...

HAHAHAHAHAHAHAHA!!!

Mano, das brabas! Das brabas!

Beijos!

Marcelo disse...

tu andou indo numa rave e não me convidou, hã, hã?
se bem que daí as paredes iam ser verde, rosa, amarelo, com estrelinhas, fogos, ondulações...

Lu Thomé disse...

Marcelo: hehehehehehe... Rave só quando tu voltar. Vai praticando bem aí, que vamos numa juntos no teu retorno! E gostei dessa parede aí! Qual o código da tinta? HAHAHAHAHAHA!

Beijos!

Anônimo disse...

Um mote muito bom para um bom conto.Leandro, o do Leonardo.