maio 25, 2008

Algumas camas são, definitivamente, inesquecíveis. O meu universo infinito particular tem um desses berços dourados e repleto de sonhos, aconchego e sentimento de atemporalidade. Um ninho que poderia ser emoldurado e preso na parede, passível de adoração completa. Porque a sensação de sem fim é reconfortante. Um alívio que faz bem para alma, para o corpo, para os olhos, para todos os projetos de um futuro que, melancolicamente, não está tão longe assim. E, droga, de novo eu fico rezando as com as mãos bem apertadas para que o fim de semana seja ininterrupto...

3 comentários:

Anônimo disse...

Meu fim-de-semana não foi ininterrupto e bem que eu queria. O que é ininterrupto na vida? Até agora não descobri. Talvez a morte, mas tenho dúvidas, segundo os últimos exercícios mistificatórios. Talvez a falta de talento, a burrice, a incompetência. De qualquer forma, a plásica faz milagres. De uma coisa tenho certeza: a felicidade não é ininterrupta. Alienado prafrentex.

Lu Thomé disse...

Felicidade não é? Me manda esse teu manual. Ou pelo menos algumas instruções... Estou precisando. Porque estou pressionando o botão de STOP para algumas coisas, e ele não funciona mais...

Beijos!

Anita disse...

ai, ai....tb queria q fosse...


bjoka.
:****